quarta-feira, agosto 09, 2006

Caminho Branco



As formas desapareciam constantemente do seu interior,
naquele branco ténue, mas ao mesmo tempo assustador.
Caminhava por passos do passado, já repisados
e por outrém ultapassados.
Nada havia de novo, nada parecia original.
Já nada se criava...
apenas se repetiam soluções.
Caíra-se no banal.
Mas o caminho dos mortos continuava...

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