
Tocava no horizonte com um dos seus dedos esguios,
tentando que o dia permanecesse,
que o amanhã não chegasse,
que a luz continuasse a preencher aquela sua alma.
Olhava o céu procurando um caminho de nuvens,
que os levassem,
a ela e a ele,
para um qualquer lugar onde a distância não exista.
A distância não existe...apenas existe quando se quer.

3 comentários:
compreendo esse texto.
acho que ultimamente todos nós compreendemos
damn, a distancia doi!
ah, é verdade.
Não sou.
Não. Sei que não.
E tu, lá no fundo, também sabes.
Enviar um comentário