Naquela sala escura, negra, a luz vinha dos corpos.
Do interior dos corpos, como raios daquele sol desaparecido...
Naquela sala pequena, minúscula demais para os seres que nela habitavam, a grandiosidade residia apenas no interior das palavras, já que, as palavras por si só, nada significam.
Naquela sala inexistente, persistente, a existência era limitada ao espaço, à luz...
A existência era limitada em cada corpo, em cada luz.
A existência era de cada um, sendo que cada um existia por si mesmo.

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